Alas do governo brasileiro avaliam riscos de os Estados Unidos aplicarem novas sanções ao Brasil, sejam comerciais ou não, após a gestão de Donald Trump ter renovado o estado de emergência contra o país nesta terça-feira (28). Sem efeitos práticos, a medida não cria novas penalidades nem amplia as medidas já adotadas pelo tarifaço.
Em nota nesta quarta (29), o governo Lula (PT) repudiou a decisão e disse que a gestão Trump usa argumentos injustos e inverídicos.
"Ao rechaçar a retomada de acusações sem qualquer fundamentação nos fatos e já amplamente rebatidas em encontros de autoridades dos dois países, o Brasil reafirma sua soberania e a independência dos Poderes da União", diz o comunicado.
Com a retomada do tarifaço, a postura da equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi se preparar para um cenário de hostilidade frente ao governo americano. O cenário também piorou a partir da tarifa aplicada de 12,5% aplicada após investigação identificar falhas no combate à importação de produtos feitos com o uso de trabalho forçado
A decisão da prorrogação deve ser publicada ainda nesta quarta no Federal Register, o diário oficial dos EUA, e atende à exigência da NEA (National Emergencies Act), segundo a qual uma emergência nacional expira automaticamente após um ano.








