Para Lizzy, os relacionamentos sempre pareciam terminar da mesma forma. "Eu tinha um segundo ou terceiro encontro e encontrava algo de errado com eles."

Quando as coisas pareciam ficar sérias, a conexão que ela buscava, de repente, parecia desconfortável e até ameaçadora. E ela se afastava.

Lizzy passou anos sem conseguir explicar a razão, até conhecer a teoria do apego. E a descrição do chamado estilo evitativo-assustado (um dos quatro estilos de apego) pareceu surpreendentemente familiar.

A pessoa com estilo evitativo-assustado deseja a proximidade, mas receia que as pessoas da sua vida, em algum momento, irão rejeitá-lo ou abandoná-lo.

"Foi como encontrar a peça que faltava no quebra-cabeça que eu tentava solucionar há anos", conta Lizzy.