Duas funcionárias do CEI (Centro de Educação Infantil) Luz do Brás, onde o menino Abdoulaye Dieng morreu após prender a cabeça em uma grade, foram demitidas da unidade.

A Prefeitura de São Paulo confirmou o desligamento das funcionárias, mas não informou o cargo ocupado por elas. Segundo a gestão Ricardo Nunes (MDB), decisão da demissão foi da entidade que administra a creche. Elas foram substituídas por outras duas profissionais.

A Polícia Civil investiga a responsabilidade de cinco profissionais da unidade, incluindo a diretora e a coordenadora. O caso foi registrado como homicídio culposo —ou seja, sem intenção de matar.

Em nota, a gestão municipal informou ainda que a sala onde a criança se acidentou permanece interditada desde sexta-feira (24) e está sob análise técnica.

A creche onde o bebê morreu é conveniada à Prefeitura de São Paulo e continua aberta. Segundo a gestão municipal, caso haja a constatação de irregularidades, a Secretaria Municipal de Educação deve adotar novas medidas, como o descredenciamento da organização parceira que atua na creche.