Promotoria afirma que criança ficou com o rosto debaixo d'água por quase 15 minutos; menino morreu dois dias após o resgate, e mãe responderá por homicídio culposo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Menino morreu dois dias após o resgate, e mãe responderá por homicídio culposo em primeiro grau — Foto: Divulgação/Seatle Police Department RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 24/07/2026 - 06:52 Mãe de 25 anos é acusada de homicídio culposo nos EUA após morte de filho em banheira Uma mãe de 25 anos, Nakeeya Arbogast, foi acusada de homicídio culposo nos EUA após deixar seu filho de 2 anos, com síndrome de Down, submerso em uma banheira por cerca de 15 minutos. A criança morreu dois dias depois devido a lesões cerebrais. A promotoria destacou contradições nos depoimentos da mãe. Arbogast foi presa com fiança de US$ 1 milhão, sendo considerada um risco à segurança pública. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma mulher de 25 anos foi acusada de matar o próprio filho, de dois anos, neste mês de julho, após deixá-lo com o rosto submerso em uma banheira enquanto ela enchia de água, em Seattle, no estado de Washington, nos Estados Unidos. Segundo a promotoria do Condado de King, Nakeeya Arbogast deixou a criança sozinha por tempo suficiente para que sofresse um quase afogamento, que provocou graves lesões cerebrais. O menino, identificado apenas pelas iniciais KOA, morreu dois dias depois no Hospital Infantil de Seattle. De acordo com a acusação, obtida pelo Daily Mail, KOA tinha síndrome de Down e atrasos físicos e no desenvolvimento que o impediam de engatinhar, caminhar ou sentar sem apoio, tornando-o uma vítima "particularmente vulnerável". Os promotores afirmam que a mãe admitiu à polícia que colocou o filho na banheira, deixou seu rosto sob a água e saiu do banheiro para cuidar dos outros dois filhos pequenos, embora soubesse que deixá-lo sozinho era "inseguro". Investigação aponta contradições A ocorrência foi registrada na noite de 9 de julho, quando Arbogast ligou para o serviço de emergência 911. — Meu filho. Ele não está respirando — disse ela aos atendentes, segundo a declaração de causa provável. Equipes de resgate realizaram manobras de reanimação no apartamento da família, no bairro de Northgate, antes de encaminhar a criança ao hospital, onde ela morreu em 11 de julho. Durante a investigação, a mãe afirmou ter permanecido fora do banheiro entre três e seis minutos para trocar fraldas e preparar um lanche para os outros filhos. No entanto, testes realizados pela polícia indicaram que a banheira levou pouco mais de 14 minutos para atingir o nível de água em que KOA foi encontrado, o que, segundo a promotoria, contradiz sua versão. Os investigadores também sustentam que, no momento do incidente, Arbogast estava ao telefone com o pai das crianças. Ainda conforme os autos, o avô paterno relatou aos investigadores episódios anteriores de comportamento agressivo da acusada. Em um deles, afirmou ter ouvido a mulher gritar durante uma ligação telefônica: — Se você sair daqui, eu mato esses filhos da p***! Arbogast foi presa na segunda-feira e acusada de homicídio culposo em primeiro grau com agravante de violência doméstica. A promotoria pediu que ela permaneça detida sob fiança de US$ 1 milhão, alegando risco à segurança pública, possibilidade de interferência nas investigações e inconsistências em seus depoimentos. Os promotores também afirmam que o celular apresentado por ela não seria o mesmo utilizado para acionar o serviço de emergência na noite da ocorrência.