Esta será a segunda passagem do treinador, que conquistou a Eurocopa de 2020, pela seleção nacional 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Itália encaminha acordo com técnico Roberto Mancini — Foto: Divulgação / Seleção Arábia Saudita RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 28/07/2026 - 08:35 Roberto Mancini é Cotado para Retorno como Técnico da Itália Após Saída de Gattuso A Federação Italiana de Futebol (FIGC) está prestes a confirmar Roberto Mancini como novo técnico da seleção italiana, após a saída de Gennaro Gattuso. Mancini, que já liderou a Itália à vitória na Eurocopa 2020, substituirá Andrea Pirlo, cuja nomeação foi vetada pelo presidente da FIGC devido a uma controvérsia comercial. Maldini e Leonardo renunciaram após discordarem da decisão, destacando a turbulência nos bastidores do futebol italiano. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Após uma segunda-feira agitada com as saídas de Maldini e Leonardo, a Itália definiu o seu treinador para o próximo ciclo da Copa do Mundo. O experiente Roberto Mancini, de 61 anos, foi escolhido para substituir Gennaro Gattuso. Segundo Giovanni Malagò, presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), falta apenas a assinatura de contrato. — Estou conversando com Roberto Mancini sobre a possibilidade de ele se tornar o novo técnico: estamos aguardando a assinatura dele — disse Giovanni Malagò durante a reunião do Conselho Federal nesta terça-feira. Segundo o jornalista Fabrizio Romano, Roberto Mancini concordou em se tornar o novo técnico da Itália. Esta será a segunda passagem do treinador pela seleção nacional. Ele comandou a equipe em 61 jogos oficiais (37 vitórias, 15 empates e nove derrotas) entre 2018 e 2023, conquistou a Eurocopa de 2020 e não se classificou para o Mundial de 2022. O nome de Roberto Mancini ganhou forças após as saídas de Maldini e Leonardo, que queriam um treinador novo para o projeto italiano e tinham escolhido Andrea Pirlo para o cargo. Além de Mancini, Thiago Motta, ítalo-brasileiro com passagens recentes por Bologna e Juventus, e Antonio Conte, sem clube desde que deixou o Napoli em maio deste ano, também eram cotados para assumir a Azzurra. Saídas de Maldini e Leonardo Dezesseis dias depois do anúncio da contratação de Paolo Maldini e Leonardo, os dirigentes renunciaram a seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC) ontem. A decisão dos dois aconteceu depois de o presidente Giovanni Malagò se colocar contra a nomeação de Andrea Pirlo como novo treinador principal da seleção italiana. Maldini e Leonardo, dirigentes da Federação Italiana de Futebol — Foto: Divulgação/FIGC O ex-jogador do Milan tinha o posto de diretor de seleções da federação italiana, enquanto o tetracampeão com o Brasil em 1994 tinha um papel de consultor da FIGC. A informação da saída de ambos foi publicada pelo jornal Sky Sports e pelo jornalista italiano Fabrizio Romano. A dupla era responsável por escolher o novo técnico da Itália, cargo que está vago desde que Gennaro Gattuso deixou o time, em abril, depois de não classificar a seleção à Copa do Mundo de 2026. Eles chegaram a entrar em contato com Carlo Ancelotti e negociar com Pep Guardiola, antes de escolherem Pirlo como o nome ideal. Antes encaminhada, a contratação de Pirlo foi vetada pelo presidente da Federação Italiana de Futebol por conta de sua relação comercial com uma casa de apostas russa, da qual ele é garoto propaganda. Com isso, Maldini e Leornado teriam procurado Giovanni Malagò para pedir explicações sobre a decisão e colocaram os cargos à disposição. Manifestação de Pirlo sobre a decisão Por meio de suas redes sociais, o ex-jogador italiano quebrou o silêncio para esclarecer a situação. Em uma publicação, lamentou que a decisão tenha sido motivada por algo de "natureza estritamente comercial e esportiva" e agradeceu a Maldini e Leonardo pela confiança. — Ao longo da minha carreira — primeiro como jogador e agora como treinador —, sempre conduzi meu trabalho em total conformidade com as leis dos países onde atuei e com os contratos que assinei. A colaboração profissional que está no centro da recente polêmica surgiu durante o período em que trabalhei nos Emirados Árabes Unidos e é de natureza estritamente comercial e esportiva. Atribuir um caráter político a essa colaboração implica que eu defendo opiniões que jamais expressei e que não compartilho. — escreveu Pirlo.