0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Muralha Paulista — Foto: Divulgação/Governo de SP O governo de São Paulo publicou na terça-feira o edital para ampliar o Programa Muralha Paulista, iniciativa de combate à criminalidade por meio da integração de câmeras inteligentes e ferramentas de inteligência artificial. Beleza. Mas os critérios de qualificação técnica chamam atenção pelo grau de especificidade para um segmento ainda em consolidação no país e tendem a restringir a disputa a quem já opera sistemas dessa escala. O certame exige experiência comprovada na operação de três mil pontos com tecnologia de leitura automática de placas de veículos (LPR), outros três mil pontos com captura biométrica facial e 36 meses de execução de serviços compatíveis. As empresas podem somar atestados de contratos diferentes para comprovar essa capacidade, mas precisam demonstrar o atendimento simultâneo a todos esses requisitos. A combinação dessas exigências faz com que, na prática, apenas duas empresas no país reúnam o histórico necessário para atender aos critérios previstos no edital. Uma delas é o Consórcio Smart City SP, liderado pela CLD Construtora, responsável pela operação do Smart Sampa. A empresa, antiga Consladel, tem como um dos sócios o empresário Jorge Marques Moura, que foi alvo de investigações e condenações envolvendo contratos públicos de fiscalização eletrônica e sinalização viária. A outra é o consórcio formado por Oi Soluções e Avantia, responsável pelo Projeto Vídeo-Polícia, na Bahia.
Novo edital do Muralha Paulista restringe concorrência a duas empresas
Novo edital do Muralha Paulista restringe concorrência a duas empresas
252 words~1 min read







