A formação da chapa ao Senado na coligação de Fernando Haddad (PT) gerou uma crise com o PDT, que se diz "humilhado" pelos aliados de esquerda.
O partido ameaça romper o apoio a Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) e lançar nomes próprios ao Senado. O apoio a Haddad, candidato ao governo paulista, não está em risco.
O estopim do imbróglio foi a decisão do PSOL de indicar o vereador de São Carlos Djalma Nery como primeiro suplente de Marina. O fato, revelado pelo Painel na manhã deste domingo (26), pegou o presidente do PDT, Carlos Lupi, de surpresa, que não demorou a protestar.
Segundo ele, havia um acordo com os demais partidos da aliança de que o PDT indicaria os primeiros suplentes de Marina e Tebet, como compensação pelo fato de não estar representado na chapa, que tem ainda Márcio França (PSB) como vice de Haddad.
"Logo que saiu a chapa, eu fui a todos os candidatos e direções partidárias reivindicar ao PDT as suplências. Falei com Haddad, Marina e Simone", afirma Lupi.






