Em países como Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, o treinamento de cabeceios foi eliminado para equipes com jogadores de menos de 12 anos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Menino e seus colegas na escolhinha de futebol — Foto: Freepik RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/07/2026 - 06:59 Clube italiano Como proíbe cabeceios para jogadores sub-10 visando saúde cerebral O clube italiano Como proibiu cabeceios para jogadores sub-10, visando reduzir riscos de lesões cerebrais. A medida inclui escanteios rasteiros e restrições para sub-11, que poderão cabecear apenas no fim da temporada com bola de borracha. A preocupação com concussões levou países como Inglaterra e Escócia a eliminarem treinos de cabeceio para menores de 12 anos. Ex-jogadores processam entidades britânicas por negligência aos riscos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O clube de futebol italiano Como implementou um programa em seu centro de formação de jogadores para "reduzir os impactos desnecessários na cabeça" e proibiu o jogo aéreo para atletas com menos de 10 anos. O programa prevê a proibição de cabeceios em treinos e partidas para jogadores com menos de 10 anos. Além disso, os escanteios deverão ser cobrados rasteiros. As mesmas restrições se aplicam aos atletas da categoria sub-11, que poderão começar a praticar cabeceios apenas no fim da temporada, utilizando uma bola de borracha. As categorias mais velhas passarão a se familiarizar gradualmente com o jogo aéreo, com número limitado de cabeceios por sessão de treino e evitando o uso de bolas excessivamente infladas. Preocupação com saúde Diante da crescente preocupação com as consequências do jogo aéreo repetitivo e das concussões, diversos países e modalidades esportivas, como rúgbi, futebol e handebol, vêm adotando medidas semelhantes. Na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, o treinamento de cabeceios foi eliminado para equipes com jogadores de até 12 anos. Nos últimos anos, ex-jogadores profissionais e familiares de outros sete atletas já falecidos entraram com ações judiciais contra diferentes entidades que administram o futebol britânico. Eles acusam essas instituições de sempre terem conhecimento dos riscos de concussões e lesões cerebrais aos quais os jogadores estavam expostos, sem que isso resultasse na adoção das medidas de segurança necessárias.