Planejamento do Como tem o objetivo de 'reduzir os impactos' desnecessários do jogo aéreo que podem gerar concussão a longo prazo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Como, clube italiano, proibe jogadas de cabeça para atletas sub-10 — Foto: Divulgação / Como RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/07/2026 - 14:22 Clube italiano Como proíbe cabeceios para jogadores sub-10 visando saúde dos atletas jovens O clube italiano Como implementou uma política inovadora que proíbe cabeceios para jogadores da categoria sub-10, visando reduzir o risco de concussões e apoiar o bem-estar dos jovens atletas. O programa também inclui restrições progressivas para outras faixas etárias, com o objetivo de ensinar o jogo aéreo de forma controlada. A medida reflete uma tendência global de proteção aos jogadores jovens, já adotada por países como Inglaterra e Escócia. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O clube italiano Como decidiu colocar em marcha um programa em seu centro de formação para "reduzir os impactos de cabeça desnecessários", proibindo o jogo aéreo a seus jogadores menores de 10 anos. "Como 1907 hoje confirma um novo caminho de orientação ampla da academia projetado para reduzir impactos na cabeça evitáveis, apoiar o bem-estar dos jogadores e incentivar um melhor desenvolvimento técnico a longo prazo", comunicou o clube. "As mudanças refletem uma ideia simples. Proteger os jovens jogadores primeiro, depois ensinar a habilidade de forma controlada quando eles estiverem prontos. Nas idades mais jovens, o foco será mais tempo com a bola, mais tomada de decisões, mais tempo de jogo eficaz e um caminho claro que constrói confiança e técnica passo a passo", completou. O programa inclui a proibição de cabecear em torneios e partidas, seja em escanteios ou cruzamamentos, para os menores de 10 anos. As mesmas restrições se aplicam aos menores de 11 anos, que poderão iniciar o jogo de cabeça no final da temporada com uma bola específica de borracha e não a de couro. As categorias de idade superior se familiarizarão progressivamente com o jogo aéreo, com um número de finalizações de cabeça limitado por sessão e evitando o uso de bolas muito cheias. Diante da crescente preocupação vinculada às consequências do jogo aéreo repetido nas concussões, vários países e esportes como o rugby, o futebol ou o basquete tomaram medidas. Na Inglaterra, Escócia, Gales e Irlanda eliminaram o jogo de cabeça em treinamentos para equipes de menores de 12 anos. Nos últimos anos, ex-jugadores profissionais, além de famílias de outros sete já falecidos iniciaram ações judiciais contra diversas instituições dirigentes do futebol britânico, a quem acusam de ter "sido sempre perfeitamente consciente" dos riscos de concussões e lesões cerebrais aos que expõem os jogadores, sem que isso implique em adaptá-los medidas de segurança necessárias.