25/07/2026 03h30 Atualizado há 44 minutos

Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você

GERADO EM: 24/07/2026 - 19:14

O relatório final do Cenipa sobre o acidente do voo 2283 da Voepass, que matou 62 pessoas, revela uma série de falhas operacionais, organizacionais e de fiscalização, servindo de base para ações criminais e prevenção futura no setor aéreo. As famílias das vítimas buscam justiça, responsabilizando não apenas os pilotos, mas também a companhia aérea e a Anac, por práticas inseguras normalizadas. A Voepass afirma ter sempre seguido padrões internacionais de segurança.

Quase dois anos após a queda do voo 2283 da Voepass em Vinhedo, no interior de São Paulo, a divulgação do Relatório Final pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) traz respostas aguardadas com angústia e indignação pelas famílias das vítimas. O texto expõe uma intrincada teia de falhas operacionais, organizacionais e de fiscalização, elementos que não apenas detalham a dinâmica da tragédia, mas que também devem fundamentar uma ação criminal.