A Argentina é uma péssima perdedora. O que seus jogadores fizeram durante a partida decisiva da Copa do Mundo de 2026, contra a Espanha no domingo (19), é para ser lembrado e propagado como antiexemplo de esportividade.
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Em um Mundial cheio de emoção, muito em parte pela atuação da própria Argentina, que teve um Lionel Messi inspiradíssimo aos 39 anos, comandante de uma equipe que protagonizou duelos fantásticos, com triunfos definidos no final, os argentinos fizeram um papelão colossal no estádio MetLife, em Nova Jersey.
A começar pela atuação futebolística. Na decisão da Copa na América do Norte, apenas uma seleção, a espanhola, jogou. Os hermanos não viram a bola. Basicamente se defenderam.
Finalização argentina? Nenhuma até os 11 minutos do segundo tempo da prorrogação, quando a Espanha já estava à frente no placar. Depois, na base do "abafa", apenas mais uma, nos acréscimos do tempo suplementar. Os europeus tentaram o gol 20 vezes, ou 900% a mais.













