Coordenador de pré-campanha nega que Flávio esteja tentando imprimir 'estilo Jair' após desgastes Senador Rogério Marinho (PL-RN) diz que Flávio não subiu tom após desdobramentos do caso Master e crise com Michelle Bolsonaro. Pré-candidatura ainda tenta apoio de PP e União. O coordenador Rogério Marinho negou nesta quarta-feira (23) que Flávio Bolsonaro esteja mudando seu tom de pré-campanha após desgastes recentes. Marinho negou que o senador queira adotar um 'estilo Jair', mais agressivo. Ele justificou as falas como indignação após notícias divulgadas na imprensa. Nesta terça-feira (22) Flávio negou irregularidades e falou em 'divulgação seletiva'. O pré-candidato também mencionou urnas eletrônicas em encontro com diplomatas. Por fim, Marinho afirmou que tenta reverter a decisão de neutralidade adotada pela federação PP-União Brasil para as eleições presidenciais de 2026. Campanha de Flávio quer lembrar lealdade de Ciro a Bolsonaro À GloboNews, Marinho negou que Flávio esteja tentando imprimir um "estilo Jair" ao participar de eventos, repetindo declarações controversas do pai e adotando uma postura mais agressiva, o que tem sido observado por aliados. "Não houve mudança no tom. O que ocorre é uma indignação natural ao que está sendo colocado [as notícias sobre ligações de Flávio e Vorcaro]. Estar indignado com a forma como as coisas estão sendo tratadas não é subir o tom", afirmou Marinho à GloboNews. Nos últimos dias, Flávio Bolsonaro passou a fazer gravações com falas mais agressivas, com tom parecido ao de lives que eram feitas durante a campanha eleitoral pelo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Um dos vídeos foi publicado nesta terça (22). O candidato negou irregularidades na prestação de serviços para uma empresa de consultoria que teria ligação com Vorcaro. E falou em "divulgação seletiva". "Flavio foi reativo ao uso da máquina pública, da Receita Federal, contra adversários políticos", disse Marinho. Além disso, em encontro com diplomatas, Flávio Bolsonaro citou que uma empresa investigada por fraude nas eleições venezuelanas forneceria urnas eletrônicas ao Brasil. O fato foi desmentido pela Justiça Eleitoral. Marinho alegou que, com as declarações, somente defendeu o aperfeiçoamento do sistema eleitoral e maior fiscalização. Neutralidade da federação PP-União "Vamos procurá-los até o dia 5 [de agosto prazo final para a realização das convenções partidárias]", finalizou. Ex-ministro do governo Bolsonaro, Rogério Marinho (PL-RN) é coordenador da pré-campanha de Flávio à Presidência — Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado Flávio Bolsonaro PL
Flávio Bolsonaro: Marinho nega adoção de 'estilo Jair' na pré-campanha | G1
Rogério Marinho disse que ainda busca apoio de PP e União Brasil para a pré-campanha.










