Quando uma revisão previdenciária é negada no STF (Supremo Tribunal Federal), não tem sido incomum ministros invocarem que a indeferiram preocupados com a sustentabilidade financeira do sistema.
Virou argumento-coringa. É melhor negar o direito de alguns milhares do que correr o risco de "quebrar" o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Curiosamente, algumas empresas ligadas a ministros do STF enfrentam discussões fiscais e previdenciárias na Receita Federal.
Conforme reportagem da Folha, nove ministros do STF e 12 parentes próximos são sócios de ao menos 31 empresas. No site da Receita, constam várias empresas de ministros em discussão com a União.
Os valores arrecadados pela Receita Federal compõem o caixa da Previdência Social e são fundamentais para a sustentabilidade dela.






