Em 19 de janeiro de 1993, dois engenheiros do interior paulista abriram uma modesta loja de materiais para construção na Rua Jacutinga, no bairro Santa Maria, em Rio Claro, no interior de São Paulo. Altino Cristofoletti Júnior e Expedito Eloel Arena desejavam empreender, construir uma trajetória da qual pudessem se orgulhar e proporcionar uma vida melhor às suas famílias. A ideia inicial era vender areia, pedra e tijolos. O caminho, porém, começou a mudar quando os próprios clientes demonstraram que a maior necessidade estava nos equipamentos disponíveis para locação. A demanda revelou uma oportunidade. A oportunidade encontrou dois empreendedores dispostos a aprender. E aquele pequeno negócio começou a escrever uma história que, 33 anos depois, continua ganhando novos capítulos. Para celebrar a data, reunimos 33 marcas que ajudam a contar essa trajetória. 1. O sonho de empreender Antes da empresa, existia o desejo de Altino e Expedito de construir uma vida digna, cuidar de suas famílias e levar outras pessoas com eles em direção à realização pessoal e profissional. A decisão mostrou que o crescimento seria acompanhado por planejamento, organização e uma estrutura de governança capaz de preparar a empresa para o futuro. 17. A loja número 100 Em 2011, a Rede alcançou sua centésima unidade, em Campinas, no interior de São Paulo. O número mostrava que o pequeno negócio aberto em Rio Claro havia se transformado em uma marca presente em diferentes regiões do país. 18. O planejamento para mil lojas Também em 2011, a Casa começou a planejar a chegada a mil operações. Naquele momento, o número poderia parecer distante. Para os fundadores, era uma forma de organizar o futuro antes que ele chegasse. 19. O reconhecimento dos fundadores Em 2012, Altino e Expedito foram reconhecidos como Empreendedores do Ano pela EY. Posteriormente, também receberam a qualificação de Empreendedores Endeavor durante um painel internacional de seleção realizado no México. Esse sonho esteve presente desde o primeiro dia e permaneceu como uma espécie de bússola durante toda a trajetória. 20. A Universidade Corporativa Em 2013, foi inaugurada em Rio Claro a Universidade Corporativa Casa do Construtor. A iniciativa colocou o desenvolvimento de pessoas no centro da estratégia e transformou capacitação, treinamento e compartilhamento de conhecimento em pilares permanentes da Rede. 21. A loja número 200 Em 2014, Chapecó, em Santa Catarina, recebeu a unidade número 200. Em apenas três anos, a Rede havia dobrado de tamanho, chegando a novas cidades e formando novos empreendedores. 22. A melhoria contínua Em 2015, começaram a aparecer os primeiros resultados do Projeto Lean, metodologia aplicada à gestão dos processos das lojas. A Casa demonstrava que crescer também exigia revisar rotinas, eliminar desperdícios e tornar a operação cada vez mais eficiente. 23. A evolução da governança Em 2017, o Acordo de Acionistas foi revisado sob a perspectiva da evolução dos negócios. 2. A primeira Casa A empresa se preparava para continuar crescendo sem perder sua identidade, seus valores e a capacidade de tomar decisões com responsabilidade. 24. A liderança no franchising brasileiro Em 2018, Altino Cristofoletti Júnior assumiu a presidência da Associação Brasileira de Franchising. A posição simbolizou o reconhecimento de uma trajetória que já ultrapassava os limites da própria empresa e contribuía para o desenvolvimento do sistema de franquias no país. 25. A primeira operação internacional Também em 2018, foi inaugurada a primeira unidade da Casa do Construtor no Paraguai, na região metropolitana de Assunção. Depois de crescer pelo Brasil, a marca atravessava sua primeira fronteira internacional. 26. A loja número 300 Em 2020, a Casa chegou à loja número 300, em Araranguá, Santa Catarina. A conquista aconteceu em um dos períodos mais desafiadores da história recente. Durante a pandemia, a empresa mostrou resistência, adaptou processos e implantou contratos digitais. A Casa do Construtor nasceu em 19 de janeiro de 1993, na Rua Jacutinga, no bairro Santa Maria, em Rio Claro. 27. A capacidade de recomeçar O livro dos 30 anos resume o período da pandemia com uma mensagem simples: o negócio se mostrou resistente e resiliente, e a Casa voltou a sonhar. Mais do que atravessar uma crise, a Rede comprovou sua capacidade de aprender, responder rapidamente e continuar em movimento. 28. A loja número 400 Em 2021, Caldas Novas, em Goiás, recebeu a unidade número 400. No mesmo ano, foram lançados os seis episódios da série "Dito e Feito & Tino para Negócios", que transformou histórias e aprendizados dos fundadores em conteúdo audiovisual. 29. A chegada ao Uruguai Em dezembro de 2022, a Casa do Construtor inaugurou sua primeira unidade em Montevidéu, no Uruguai. A internacionalização avançava, levando para um novo mercado não apenas a marca, mas também o modelo, os valores e a experiência acumulada pela Rede. O nome completo daquele pequeno negócio era Casa do Construtor Materiais para Construção e Locação de Equipamentos. 30. As lojas 500 e 600 A unidade número 500 foi aberta em Piracicaba, no interior de São Paulo. Apenas dez meses depois, a Casa alcançou a loja 600, em Eusébio, no Ceará, demonstrando a velocidade que a expansão havia atingido. 31. O propósito de ressignificar a posse Ao longo de sua trajetória, a Casa entendeu que seu trabalho ia além da locação de máquinas. Seu propósito passou a ser definido como ressignificar a posse, garantindo que todas as pessoas tenham acesso a soluções de compartilhamento que facilitem suas vidas. 32. As pessoas que construíram a Rede A história da Casa do Construtor foi iniciada por dois sócios, mas nunca foi construída apenas por eles. Familiares, colaboradores, franqueados, fornecedores, parceiros, consultores e clientes ajudaram a transformar o sonho em realidade. O modelo de crescimento encontrou força justamente na capacidade de mobilizar pessoas em torno de objetivos e valores compartilhados. 33. Uma história que continua O livro comemorativo dos 30 anos termina convidando o leitor a imaginar a Casa do Construtor três décadas no futuro. 3. A capacidade de ouvir os clientes Naquele momento, os fundadores deixaram uma resposta para quem considerasse o sonho grande demais: parece impossível, mas é possível. Três anos se passaram desde aquela publicação. A Casa chega agora aos 33 anos com novos capítulos, novos territórios, novas pessoas e novos desafios. Mudaram os números, a estrutura e o alcance da Rede. Permaneceram o sonho, a amizade, a capacidade de ouvir, a vontade de aprender e a convicção de que um negócio só é verdadeiramente bom quando gera resultados positivos para todos os envolvidos. Aos 33 anos, a Casa do Construtor celebra aquilo que já edificou. Mas mantém os olhos voltados para aquilo que ainda pode construir. Porque, desde 1993, cada conquista representa muito mais do que um ponto de chegada. A empresa começou vendendo materiais básicos para construção. Foram os clientes que mostraram aos fundadores que a verdadeira oportunidade estava na locação. É sempre o começo da próxima obra. Mais do que uma mudança de atividade, aquela decisão criou um princípio que atravessaria as décadas: ouvir o mercado antes de tentar ensinar ao mercado aquilo de que ele precisa. 4. A coragem de mudar o plano A ideia original foi deixada para trás quando a realidade mostrou um caminho diferente. A Casa do Construtor nasceu, de fato, quando Altino e Expedito compreenderam que ajustar a rota também fazia parte de empreender. 5. A primeira mudança Em 1995, a empresa mudou para a Avenida 32, em Rio Claro, concentrando a operação na locação de equipamentos de pequeno porte. O novo ponto também trouxe inovações, como uma área dedicada ao atendimento e períodos de locação definidos de acordo com a necessidade dos clientes. 6. Os primeiros manuais Entre 1996 e 1997, começaram a ser estruturados os manuais da operação. Ao registrar procedimentos, padrões e aprendizados, a empresa começou a transformar conhecimento prático em um modelo que poderia ser compartilhado e replicado. 7. O rádio que falou com a obra No início, Altino e Expedito tentaram divulgar os serviços diretamente aos engenheiros de Rio Claro, mas os contatos geravam poucos resultados. Foi dona Izaltina, mãe de Expedito, quem percebeu que o rádio poderia alcançar os trabalhadores nos canteiros. A Casa passou a anunciar nas emissoras locais, aproximou-se do público e ganhou força para os passos seguintes. 8. A primeira unidade no modelo de franquia Em 1997, foi aberta a segunda loja da Casa do Construtor, em Araras, já estruturada nos moldes de franquia. Era o início da transformação de uma empresa local em uma Rede . 9. A primeira franquia Em 1998, Americana recebeu a primeira unidade franqueada da marca. No mesmo período, foi aberta a terceira loja própria, em Limeira. O conhecimento criado em Rio Claro começava a percorrer outras cidades. 10. A busca por conhecimento no exterior Entre 1998 e 1999, Altino e Expedito viajaram aos Estados Unidos para conhecer a ARA Show, uma das principais feiras mundiais do setor de locação. Mesmo quando os recursos ainda eram limitados, os fundadores buscavam tendências, tecnologias e referências internacionais para aprimorar o negócio. 11. A primeira loja fora de São Paulo Em 2002, a Casa do Construtor chegou a Maringá, no Paraná. A unidade número 12 tornou-se a primeira da Rede fora do estado de São Paulo, mostrando que o modelo poderia atravessar novas fronteiras geográficas. 12. O primeiro Selo de Excelência Em 2004, a Casa do Construtor recebeu seu primeiro Selo de Excelência em Franchising, concedido pela Associação Brasileira de Franchising, além do prêmio de destaque em sua categoria. A conquista abriu uma trajetória de reconhecimento contínuo no franchising brasileiro. 13. A primeira Convenção Em 2005, a Rede realizou sua primeira Convenção, em Brotas, com o tema "Nortear". O encontro nasceu para aproximar pessoas, compartilhar experiências, avaliar resultados e alinhar as expectativas e os próximos objetivos. Mais do que uma reunião empresarial, a Convenção se tornaria um dos grandes símbolos da cultura da Casa. 14. O primeiro benchmarking internacional Em 2006, representantes da empresa visitaram uma unidade da locadora francesa Kiloutou, em Toulouse, e participaram da Feira Internacional de Saragoça, na Espanha. A Casa compreendia desde cedo que crescer também significava observar, comparar, aprender e adaptar boas práticas internacionais. 15. A defesa da segurança Em 2008, Expedito assumiu a presidência da Associação Brasileira dos Locadores de Equipamentos e Bens Móveis, a Alec. Nesse período, houve intensa atuação nas discussões sobre normas de segurança relacionadas a andaimes e betoneiras, além da realização da primeira Jornada de Segurança do Trabalho na Construção Civil. 16. O primeiro Conselho de Administração Em 2010, foi formado o primeiro Conselho de Administração da Casa do Construtor.
33 marcos de uma história que continua em construção
Do sonho de dois engenheiros em Rio Claro a uma das maiores redes de locação de equipamentos da América Latina, a Casa do Construtor chega aos 33 anos carregando histórias, pessoas, decisões e valores que ajudaram a transformar um pequeno negócio em uma grande Rede








