Nova regra que mira moda ultrarrápida entrará em vigor em 1º de setembro e será aplicada a determinados produtos têxteis e aumentará com o tempo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fábrica de roupas em Kashgar, região na China — Foto: Agência O Globo / Arquivo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/07/2026 - 12:54 França aprova lei contra moda ultrarrápida e enfrenta críticas da China A França aprovou uma lei contra a moda ultrarrápida, visando plataformas asiáticas de e-commerce como Shein e AliExpress, que vendem roupas de baixa qualidade a preços baixos, aumentando a poluição. A China criticou a medida, chamando-a de discriminatória e potencialmente violadora das regras da OMC. Em vigor a partir de 1º de setembro, a lei impõe sanções financeiras e restrições publicitárias, aumentando gradualmente seu alcance. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A China advertiu, nesta quarta-feira (22), sobre possíveis retaliações contra uma lei francesa destinada a frear o avanço da chamada 'ultra fast fashion', ou moda ultrarrápida, classificando a norma como "discriminatória" e contrária aos princípios comerciais. A lei, aprovada pelo Parlamento francês no fim do mês passado e que entrará em vigor em 1º de setembro, aplicará penalidades financeiras a alguns artigos e afeta principalmente grandes plataformas asiáticas de comércio eletrônico, como Shein, Temu e AliExpress. Essas empresas de moda ultrarrápida são conhecidas por vender grandes volumes de roupas de baixa qualidade a preços muito baixos, o que também contribui para a poluição da indústria têxtil, uma das maiores emissoras de gases de efeito estufa. Um porta-voz não identificado do Ministério do Comércio de Pequim afirmou que a lei, "sob o pretexto de estabelecer os chamados padrões de 'proteção ambiental' e 'sustentabilidade', na realidade implementa medidas excludentes". A norma poderia violar o princípio de não discriminação da Organização Mundial do Comércio (OMC), segundo o porta-voz, e "constitui uma barreira comercial contra a China". As sanções francesas, que entrarão em vigor em 1º de setembro, serão aplicadas a determinados produtos têxteis e aumentarão com o tempo. A nova lei também proibirá a publicidade de marcas de roupas baratas produzidas em massa, incluindo a de influenciadores nas redes sociais. O ministro do Comércio francês, Serge Papin, declarou no mês passado que as três empresas asiáticas eram os principais alvos da lei, às quais acusou de impulsionar o boom da moda ultrarrápida. China está perdendo título de 'fábrica de tênis' para o Vietnã 1 de 10 China está perdendo título de 'fábrica de tênis' para o Vietnã — Foto: The New York Times 2 de 10 Fábricas que circundam a agitada cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã, produzem solas de espuma, palmilhas macias, cadarços de algodão e tecidos de malha — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 10 fotos 3 de 10 As peças são transportadas por caminhões até armazéns para serem montadas em calçados — Foto: The New York Times 4 de 10 Para o mundo dos negócios, abandonar a China é difícil, com seu domínio sobre matérias-primas e sua capacidade fabril que impulsionou os lucros e manteve os consumidores satisfeitos — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 5 de 10 Vietnã ultrapassou a China como a principal fonte de tênis vendidos para o mundo por Nike, Adidas, Brooks e outras — Foto: The New York Times 6 de 10 A Nike está reduzindo ainda mais a produção na China, onde as tarifas agora são mais altas do que no Vietnã — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 7 de 10 Empresas, preocupadas com a dependência excessiva de um único país, também estão debatendo se devem transferir seus trabalhos para fora do Vietnã — Foto: The New York Times 8 de 10 O Vietnã ofereceu um governo que acolheu o investimento estrangeiro e o melhor tipo de demografia: uma população crescente de jovens em busca de trabalho — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 9 de 10 Em uma fábrica da Jones & Vining, a uma hora de carro de Ho Chi Minh, trabalhadores enchem moldes de metal com um líquido quente, pegajoso e de cores vibrantes para fazer palmilhas e palmilhas de espuma — Foto: The New York Times 10 de 10 Vendendo bolos de arroz glutinoso na beira da estrada, Pham Kieu Diem, de 47 anos, lembrou quando os campos de arroz cercavam toda a área — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade Indústria desafia realidade ao transferir mais produção ao vizinho
Lei contra 'ultra fast fashion' aprovada na França pode ter retaliações da China; entenda
Nova regra que mira moda ultrarrápida entrará em vigor em 1º de setembro e será aplicada a determinados produtos têxteis e aumentará com o tempo









