Empresa alega que o vídeo associa sua marca a roubo de verbas públicas, milícia e lavagem de dinheiro 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Anthony Garotinho — Foto: Reprodução Anthony Garotinho, em campanha para retornar ao governo do Rio, estado que governou entre 1999 e 2002, sofreu, em menos de uma semana, duas derrotas na Justiça. As ações contra ele foram ajuizadas pela Ipiranga Produtos de Petróleo S/A. A distribuidora, uma grande empresa nacional com sede no Rio, acusou o político de divulgar em suas redes sociais vídeo "em que se apropria de campanha publicitária da empresa, amplamente conhecida ('Pergunta lá no Posto Ipiranga'), para, de forma direta e reiterada, associar sua marca a supostas práticas criminosas — roubo de verbas públicas, atuação de milícia e lavagem de dinheiro". Ontem, terça-feira, no fim da tarde, a juíza Maria Isabel Gomes de Almeida Santana de Araujo, da 2ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, "considerando a gravidade do conteúdo, o alcance das plataformas e a necessidade de coerção efetiva", deu prazo de 24 horas para que Garotinho promova a remoção integral do vídeo de suas redes sociais. Já na sexta-feira, dia 17, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) havia determinado, em decisão liminar, a exclusão imediata dessa "inserção audiovisual publicada nas redes sociais".
Garotinho é obrigado pelo TJ e pelo TRE a retirar vídeo considerado ofensivo à Distribuidora Ipiranga
Empresa alega que o vídeo associa sua marca a roubo de verbas públicas, milícia e lavagem de dinheiro








