Fifa estima faturar até US$ 13 bilhões no ciclo desta Copa, que acaba de se encerrar (2022-26), bem acima dos US$ 7,5 bilhões do ciclo anterior, da Copa do Qatar, que teve 32 seleções O futebol é um dos maiores negócios do mundo. Nenhum outro evento atrai tanto a atenção. Atenção é dinheiro. Dinheiro é poder. E poder é política. Isso ficou evidente na Copa que se encerrou ontem nos EUA. Estudo do Bank of America, de junho, estimou que a Copa, a primeira com uso maciço de IA, poderia agregar cerca de US$ 41 bilhões ao PIB global e gerar mais de 800 mil empregos. Os principais jogadores são tão bem pagos quanto grandes CEOs do planeta. Segundo o site The Motley Fool, com base em dados da Equilar, Niraj Shah, da Wayfair, foi o CEO mais bem pago do mundo em 2025 (a lista exclui Elon Musk), com ganho anual de US$ 280,8 milhões. Cristiano Ronaldo, o jogador mais bem pago, recebe cerca de US$ 300 milhões anuais.

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