Núcleo da informalidade se mantém estático há cinco anos, segundo o estudo “A informalidade e seus meandros” Cerca de dez milhões de brasileiros formam o “núcleo duro” - ou seja, a camada mais frágil - do mercado de trabalho informal, realidade que não sofre alterações há cinco anos. Esse grupo, parte de um total de 41 milhões de informais no 1º trimestre, é formado por pessoas com renda mensal inferior a R$ 2.486, sem vínculo trabalhista e sem contribuir para a Previdência. Os dados são do estudo “A informalidade e seus meandros”, dos economistas Roberto Olinto, Paulo Peruchetti e Rodolpho Tobler, da FGV. Entre 15 categorias, os trabalhadores em serviços domésticos representam a maior parte: 10,2%.
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