Declaração ocorre dias depois de Donald Trump admitir que telefonou ao presidente da Fifa para tratar do caso 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Balogun foi titular dos Estados Unidos contra a Bélgica após liberação da Fifa — Foto: Luke Hales / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 19/07/2026 - 10:07 Casa Branca defende intervenção no caso Balogun na Copa 2026 após influência de Trump A Casa Branca defendeu sua intervenção no caso Balogun na Copa de 2026, após Donald Trump admitir contato com a Fifa sobre o tema. Balogun foi expulso nas oitavas, mas sua suspensão foi anulada, levantando suspeitas de influência política. Andrew Giuliani justificou a ação, citando irregularidades no uso do VAR e a necessidade de proteger o investimento americano, buscando uma competição justa. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A polêmica envolvendo Folarin Balogun na Copa do Mundo de 2026 ganhou um novo capítulo. Andrew Giuliani, representante da Casa Branca responsável pela organização do torneio, voltou a defender a atuação do governo dos Estados Unidos no processo que levou à revisão da suspensão do atacante e permitiu que ele disputasse as quartas de final contra a Bélgica. Balogun havia sido expulso nas oitavas de final diante da Bósnia após receber cartão vermelho direto. Dias depois, porém, a Fifa reavaliou o lance, anulou a suspensão e liberou o jogador para atuar na partida seguinte. A decisão provocou críticas de dirigentes, torcedores e analistas, que levantaram suspeitas sobre uma possível influência política no processo. As suspeitas ganharam força quando o presidente Donald Trump confirmou publicamente que entrou em contato com o presidente da Fifa para discutir o caso. Agora, em entrevista ao jornal italiano Gazzetta dello Sport, Giuliani justificou a atuação do governo americano. — Primeiro, o árbitro já havia sido alvo de uma investigação no Brasil relacionada a cartões vermelhos. Depois, acreditamos que o VAR foi utilizado de forma irregular naquele lance. Por fim, era nosso dever proteger os contribuintes americanos, que investiram bilhões de dólares nesta competição, e garantir uma Copa do Mundo justa — afirmou. Segundo Giuliani, a intervenção teve como objetivo preservar a credibilidade do torneio. — Precisávamos agir diante desses elementos e de acordo com a nossa filosofia, baseada na justiça dentro e fora de campo — acrescentou. O episódio se tornou uma das maiores controvérsias do Mundial. A rapidez com que a Fifa revisou a punição de Balogun foi considerada incomum e abriu um intenso debate sobre a independência das decisões disciplinares da entidade.