Presidente da comissão disciplinar julgou caso sozinho, em procedimento incomum; atacante dos EUA foi o único expulso no Mundial a não cumprir suspensão imediata 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Balogun foi titular dos Estados Unidos contra a Bélgica após liberação da Fifa — Foto: Luke Hales / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 05:59 Polêmica: Suspensão de Balogun na Copa 2026 e influência política na Fifa A suspensão da punição ao atacante Folarin Balogun na Copa do Mundo de 2026 gerou polêmica após a revelação de que a decisão foi tomada por Mohammad Al-Kamali, presidente da Comissão Disciplinar da Fifa, sem um painel completo. A intervenção do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que pediu revisão da expulsão a Gianni Infantino, aumentou as suspeitas sobre influências políticas na Fifa. Balogun foi o único a não cumprir suspensão imediata, ao contrário de outros 14 jogadores expulsos, gerando críticas e comparações com outros casos, como o do inglês Jarell Quansah. A Fifa afirma independência na decisão, mas a situação continua controversa. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A suspensão da punição aplicada ao atacante Folarin Balogun continua provocando repercussão na Copa do Mundo de 2026. Novos detalhes revelados pela rádio inglesa talkSPORT mostram que a decisão da Fifa seguiu um procedimento considerado incomum e reforçaram os questionamentos sobre a influência exercida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no caso. Segundo a publicação, a análise do recurso foi feita exclusivamente por Mohammad Al-Kamali, presidente da Comissão Disciplinar da Fifa. Embora a entidade permita que alguns processos sejam julgados por um único integrante, casos considerados de maior impacto normalmente são decididos por um painel formado por três membros. A decisão ganhou ainda mais repercussão depois que a talkSPORT revelou que Trump pediu diretamente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, uma revisão da expulsão de Balogun na partida contra a Bósnia e Herzegovina. Posteriormente, o próprio presidente americano confirmou que havia feito a solicitação. Balogun recebeu cartão vermelho após atingir Tarik Muharemovic com a sola da chuteira durante uma disputa de bola. Após a reavaliação do lance, a Fifa transformou a suspensão automática de um jogo em uma punição suspensa, permitindo que o atacante atuasse na derrota dos Estados Unidos por 4 a 1 para a Bélgica, pelas oitavas de final. O episódio é tratado como um caso isolado no Mundial. De acordo com a talkSPORT, Balogun foi o único entre os 14 jogadores expulsos durante a competição a não cumprir suspensão imediata. Todos os demais cumpriram ou ainda cumprirão suas punições normalmente. A comparação mais citada é a do zagueiro inglês Jarell Quansah. Expulso contra o México, o defensor recebeu uma suspensão de dois jogos e desfalcou a Inglaterra nas quartas de final diante da Noruega. Ele também ficará fora da semifinal contra a Argentina. A Federação Inglesa não teve possibilidade de recorrer da mesma forma, apesar de considerar que a análise do lance de Quansah também utilizou imagens em câmera lenta e quadros congelados semelhantes aos empregados na defesa apresentada pelos Estados Unidos. Antes da vitória inglesa sobre a Noruega, o auxiliar técnico Anthony Barry lamentou a ausência do defensor, mas evitou criticar diretamente a Fifa. — É decepcionante, não pela decisão em si, mas porque perdemos um bom jogador. Ele vinha treinando muito bem e havia uma oportunidade para atuar. A decisão foi tomada e não vamos gastar mais energia com isso — afirmou. A Fifa sustenta que o julgamento ocorreu de maneira independente, mas a sequência de acontecimentos — sobretudo após a confirmação pública da intervenção de Trump — continua alimentando dúvidas sobre a condução disciplinar da entidade durante a Copa do Mundo.
Caso Balogun: novo detalhe sobre suspensão de punição aumenta pressão sobre a Fifa após pedido de Trump
Presidente da comissão disciplinar julgou caso sozinho, em procedimento incomum; atacante dos EUA foi o único expulso no Mundial a não cumprir suspensão imediata






