Após expulsão em partida contra a Bósnia, atacante americano deveria cumprir suspensão automática contra a Bélgica, mas punição foi suspensa por decisão da Fifa. Trump admitiu ter 'pedido revisão' do caso ao presidente da entidade esportiva 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Balogun foi expulso pelo árbitro Raphael Claus — Foto: MICHAEL STEELE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 06/07/2026 - 14:36 Fifa Rejeita Recurso da Bélgica sobre Suspensão de Balogun A Fifa rejeitou o recurso da Bélgica sobre a suspensão do atacante americano Folarin Balogun, considerando-o "inadmissível". Após sua expulsão contra a Bósnia, Balogun deveria cumprir suspensão, mas a Fifa permitiu sua participação contra a Bélgica. Trump admitiu ter pedido uma revisão ao presidente da Fifa, Gianni Infantino. A Bélgica, alegando falta de informações, pode recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A comissão de apelação da Fifa rejeitou nesta segunda-feira o recurso apresentado pela Bélgica contra a decisão que permitiu a participação do atacante americano Folarin Balogun na partida dos EUA contra a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo. A entidade considerou a ação "inadmissível". Em comunicado, a Fifa afirmou que a Federação Belga de Futebol (URBSFA) "não tem legitimidade para interpor recurso contra essa decisão, por não ser parte no procedimento". A polêmica começou após a expulsão de Balogun na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina por 2 a 0. Pelo Código Disciplinar da Fifa, o atacante deveria cumprir suspensão automática nas oitavas de final. Entenda o caso No entanto, o Comitê Disciplinar da entidade decidiu suspender a punição, permitindo que o jogador enfrentasse a Bélgica. Reportagens do The New York Times e da Associated Press revelaram que Donald Trump telefonou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para discutir o caso. Fontes ouvidas pelos veículos também apontaram que integrantes da Casa Branca acompanharam as articulações ao lado da Federação de Futebol dos Estados Unidos (US Soccer). Tanto Infantino quanto Trump admitiram ter falado ao telefone sobre o caso. O presidente da Fifa afirmou que não interfere em decisões disciplinares e que os órgãos judiciais da entidade "são independentes". Já Trump negou que tenha dito a Infantino o que a Fifa deveria fazer, mas comemorou a decisão da entidade: — Tudo que eu fiz foi pedir uma revisão porque eu não achei que foi uma falta. Eu entendo dessas coisas. Eu acho que eram dois grandes atletas que se chocaram e ficaram enroscados. Não foi um caso de um jogador dar um soco na cara de outro ou algo do tipo, o que seria completamente diferente — afirmou. Bélgica recorre Nesta segunda-feira, a Federação Belga de Futebol anunciou que recorreria da decisão da Fifa. A entidade informou que, após tomar conhecimento "pela imprensa" da decisão de suspender a punição de Balogun, enviou uma carta à Fifa solicitando "uma cópia da decisão, esclarecimentos sobre o procedimento adotado e manifestando sua posição quanto à aplicação da regulamentação vigente". "Até o momento, a URBSFA não recebeu nem a decisão da FIFA nem qualquer explicação sobre este caso. Nessas circunstâncias, não lhe resta outra opção senão impugnar a elegibilidade do jogador para a próxima partida", afirmou a federação. As regras da Fifa preveem que o presidente da Comissão de Apelação pode decidir um caso individualmente. Entretanto, como o cargo é ocupado pelo americano Neil Eggleston, ele precisou se declarar impedido e ceder sua função a outro integrante da comissão. Depois disso, ainda existe a possibilidade de recurso ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS). Na tarde desta segunda-feira, porém, esse recurso ainda não havia sido apresentado pela Bélgica, informou à AFP o secretário-geral do TAS.
Fifa rejeita recurso da Bélgica no caso Balogun por considerá-lo 'inadmissível'
Após expulsão em partida contra a Bósnia, atacante americano deveria cumprir suspensão automática contra a Bélgica, mas punição foi suspensa por decisão da Fifa. Trump admitiu ter 'pedido revisão' do caso ao presidente da entidade esportiva













