O Rio não é para amadores —e mesmo os profissionais terão dificuldade. Mas há sim um caminho para uma guinada no estado. Essa é a principal conclusão da RioAgora.org, iniciativa apartidária que reuniu propostas para o estado fluminense, a partir de experiências que deram certo.
Nos últimos meses, realizamos nove encontros temáticos, com mais de 40 especialistas, somados a uma ouvidoria pública, digital, para sugestões de políticas públicas, inspirada no projeto Engaged California, dos EUA. E, com uso de inteligência artificial de universo restrito, analisamos planejamentos estratégicos anteriores.
O resultado é um plano de ação mínimo, muito focado, que será apresentado no próximo dia 20 de julho, no Museu do Amanhã, para candidatos a governador, senador e deputados federais e estaduais.
O estado do Rio talvez seja o melhor exemplo brasileiro de uma tragédia administrativa. Tem a maior receita líquida per capita do sudeste, muitas universidades, turismo, cultura, ciência, portos, aeroportos, hospitais, trilhos a dar com pau, e uma marca global. E deu no que deu. Hoje é um estado bandido.
Depois de duas décadas de má gestão, muita corrupção e políticas descontinuadas, o Rio chegou ao ponto em que quase ninguém acredita em promessas.








