0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mais da metade dos médicos que atuam nas UTIs do país trabalham nos hospitais onde cuidam dos pacientes críticos por meio de contratos de Pessoa Jurídica. Entre os que possuem título de especialista em medicina intensiva isso representa 51%. Já entre profissionais de especialidades correlatas, como cardiologia e anestesiologia, o índice atinge 56%. No caso de generalistas, chega a 55%. O segundo tipo de vínculo mais frequente são os contratos com carteira assinada (CLT), que representam de 11% a 22% do total de médicos que atuam nas UTIs, conforme sua formação. Na sequência, vêm os aprovados em concursos públicos (estatutários), cujo percentual varia de 4,7% a 14%. Esses dados fazem parte de uma pesquisa inédita sobre a força de trabalho médica nas UTIs, preparado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), que será lançado nas próximas semanas. O estudo, que ouviu 2,3 mil médicos que se dedicam aos pacientes graves. A pesquisa também revela a multiplicidade de vínculos dos médicos. Entre os médicos que são pessoas jurídicas, 40,4% atuam em dois ou mais locais.

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