Estudo mostra descompasso entre a fluência em IA generativa e uso efetivo na transformação das organizações O resultado do uso da inteligência artificial (IA) no Brasil aparece mais nas conversas do que nos resultados das empresas. Essa é uma das conclusões do estudo “Uso diário, fluência rasa”, feito por dois pesquisadores brasileiros na Stanford Graduate School of Business. Nele, eles entrevistaram executivos, diretores de RH e alunos do MBA da escola de negócios, situada no coração do Vale do Silício, nos Estados Unidos. O objetivo do estudo é entender como a IA está, de fato, transformando a forma de trabalhar dos brasileiros.

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