Abelardo De la Espriella solicitou ao novo Congresso autorização para realizar cerimônia em uma base militar, em consonância com discursos em apoio às Forças Armadas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente eleito da Colômbia contraria Petro e diz que tomará posse em base militar — Foto: Juan Barreto/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 23:41 Posse de novo presidente colombiano em base militar gera polêmica O presidente eleito da Colômbia, Abelardo De la Espriella, anunciou que sua posse será em uma base militar no sul do país, contrariando a ordem do atual presidente Gustavo Petro, que proibiu o uso de instalações militares para a cerimônia. De la Espriella pediu ao novo Congresso autorização para o evento, destacando seu apoio às Forças Armadas. A decisão gerou controvérsia, especialmente pela logística e questões legais envolvidas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente eleito da Colômbia, Abelardo De la Espriella, afirmou nesta segunda-feira que tomará posse em agosto em uma instalação militar no sul do país, apesar da oposição do presidente Gustavo Petro. Ele ordenou no domingo que "nenhuma instalação militar seja usada" para a posse de De la Espriella, embora a lei estipule que ela deva ocorrer perante o Congresso, com sede em Bogotá. "Tomarei posse no sul do país, em uma guarnição militar, para prestar uma homenagem solene aos heróis da nação e aos militares que protegem a democracia, a liberdade e o Estado de Direito", declarou o presidente eleito nas redes sociais. Sem maioria, o presidente eleito solicitou ao novo Congresso, que se reunirá em 20 de julho, autorização para realizar a cerimônia em uma base militar, em consonância com seus discursos em apoio às Forças Armadas. Ele reiterou seu pedido ao legislativo para que tome "a decisão correta para cumprir o mandato popular". Colombianos vão às urnas em disputa presidencial histórica 1 de 11 Indígena Misak vota durante o primeiro turno da eleição presidencial em Silvia, Colômbia — Foto: Luisa Gonzalez/REUTERS 2 de 11 Pessoas em local de votação em Medellín, na Colômbia, durante as eleições presidenciais. Os colombianos começaram a votar neste domingo (29) em um primeiro turno das eleições presidenciais, com um esquerdista pronto para a vitória pela primeira vez na história conturbada do país. — Foto: JOAQUIN SARMIENTO / AFP X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Membros do Esquadrão Móvel Anti-perturbação bloqueiam colombianos que tentam atravessar da Venezuela para votar durante o primeiro turno da eleição na fronteira da Ponte Internacional Simón Bolívar, em Cucuta. — Foto: Federico PARRA / AFP 4 de 11 Jovem lança voto em uma seção na escola Jorge Gaitán Cortés, em Bogotá — Foto: Santiago Arcos/REUTERS X de 11 Publicidade 5 de 11 Eleitor deixa a impressão digital após votar em Bogotá — Foto: Juan BARRETO / AFP 6 de 11 O candidato esquerdista Gustavo Petro mostra seu voto durante as eleições presidenciais, em Bogotá — Foto: Juan BARRETO / AFP X de 11 Publicidade 7 de 11 Federico Gutiérrez,, candidato da centro-direitista Equipe Colômbia, exibe seu voto ao lado de sua esposa, Margarita Gómez, e um de seus filhos, durante as eleições presidenciais, em Medellín — Foto: Joaquin SARMIENTO / AFP 8 de 11 O candidato de centro-direita Rodolfo Hernández chega a seu local de votação, em Bucaramanga — Foto: Reuters X de 11 Publicidade 9 de 11 O candidato Sergio Fajardo durante as eleições presidenciais, em Medellín — Foto: Joaquin SARMIENTO / AFP 10 de 11 Pessoas votam durante o primeiro turno da eleição presidencial, em Suárez — Foto: Luisa Gonzalez/REUTERS X de 11 Publicidade 11 de 11 Fiscais contam cédulas em seção de votação após fechamento das urnas em Medellín — Foto: JOAQUIN SARMIENTO / AFP Especialistas e juristas consideram a logística do transporte dos congressistas até a base militar para a cerimônia de posse complexa. De la Espriella afirmou ter instruído sua equipe a "não utilizar todo o orçamento" para a cerimônia de 7 de agosto, pois deseja "uma posse austera" e "sem desperdício". "Asseguro-lhes que minha posse será no sul do país", declarou De la Espriella, sem especificar o local, acrescentando que "cumprirá a Constituição e a lei". Petro, que alega ter provas de fraude no segundo turno das eleições e está promovendo uma manifestação entre seus apoiadores para o dia 20 de julho, indicou que "os quartéis militares e policiais estão sob meu comando até a posse do novo presidente". "Portanto, até esse momento, eu sou o comandante supremo das forças militares; nenhum oficial presta continência militar a um civil a menos que esse civil seja seu comandante supremo", acrescentou.