De la Espriella pediu ao novo Congresso que autorize realização de cerimônia em uma guarnição militar, em consonância com seus discursos em apoio às Forças Armadas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Gustavo Petro proibiu que a posse do novo presidente da Colômbia, Abelardo De la Espriella, seja realizada em uma base militar — Foto: AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 02:51 Petro impede posse de sucessor em base militar na Colômbia O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, proibiu que seu sucessor, Abelardo De la Espriella, tome posse em uma base militar, insistindo que a cerimônia deve ocorrer no Congresso, em Bogotá. De la Espriella, sem maioria legislativa, busca apoio para realizar a posse em uma guarnição militar, alinhando-se ao seu discurso pró-Forças Armadas. Petro, alegando fraude eleitoral, reafirma seu controle sobre as Forças Armadas até a transição em 7 de agosto. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, proibiu neste domingo que seu sucessor, Abelardo De la Espriella, tome posse em uma instalação militar, já que a lei estipula que a posse deve ocorrer perante o Congresso, com sede em Bogotá. Sem maioria no Legislativo, o direitista De la Espriella pediu ao novo Congresso, que se reunirá em 20 de julho, que autorize a realização da cerimônia de posse em uma guarnição militar, em consonância com seus discursos em apoio às Forças Armadas. "De acordo com meus poderes constitucionais e legais, ordeno que nenhum estabelecimento militar seja usado para a posse de um presidente da República da Colômbia", declarou Petro em sua conta no X. A cerimônia está marcada para 7 de agosto, e especialistas e profissionais do direito consideram a logística para o transporte dos membros do Congresso até a base militar para a posse complexa. Petro, que alega ter provas de fraude no segundo turno das eleições e está promovendo uma manifestação entre seus apoiadores para o dia 20 de julho, declarou que "os quartéis do Exército e da Polícia estão sob meu comando até que o novo presidente tome posse". "Portanto, até esse momento, sou o comandante supremo das Forças Armadas. Nenhum oficial presta continência militar a um civil a menos que esse civil seja seu comandante supremo", acrescentou. O presidente afirmou: "O fato de Abelardo não me cumprimentar é, de certa forma, um elogio, mas eu obedeço às leis da Constituição de 1991". Ele acrescentou que "as leis não são feitas nos quartéis; as ações de segurança são realizadas para defender o povo e suas vidas" e que "enquanto eu for presidente, defenderei as leis e a Constituição de um povo soberano".
Gustavo Petro proíbe posse de novo presidente da Colômbia em base militar
De la Espriella pediu ao novo Congresso que autorize realização de cerimônia em uma guarnição militar, em consonância com seus discursos em apoio às Forças Armadas













