O novo Air Force One, no qual o presidente Donald Trump viajou no início desta semana para a Turquia, não tem as mesmas medidas defensivas que faziam parte dos recursos de segurança do modelo anterior, incluindo suas avançadas capacidades antimísseis, segundo diversas autoridades que receberam informações sobre o processo de adaptação da aeronave.
Especialistas afirmam que a ausência dessas capacidades no Boeing 747-8, doado pelo Qatar, cria riscos potenciais para o uso do avião em viagens internacionais —uma preocupação reforçada pela decisão repentina de Trump deixar a Turquia a bordo do antigo Air Force One, por recomendação do Serviço Secreto.
O episódio intensifica o escrutínio sobre a exigência de Trump para que o 747 doado fosse adaptado rapidamente e passasse a substituir a envelhecida frota que servia como aeronave oficial da Presidência.
Parlamentares pediram ao governo que divulgue se a reforma do avião qatariano, supervisionada pela Força Aérea ao longo do último ano, incluiu melhorias de segurança suficientes. A segurança da aeronave é considerada crucial não apenas para o presidente, mas também para a grande comitiva composta por funcionários da Casa Branca, agentes do Serviço Secreto, jornalistas e convidados que viajam a bordo.













