0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ozempic — Foto: Ryan David Brown/The New York Times A Justiça Federal do Rio de Janeiro negou, nesta quarta-feira, o pedido de tutela de urgência da Novo Nordisk que buscava a suspensão do registro da marca Ozivy no INPI para impedir a brasileira EMS de utilizar esse nome comercial. Na ação, a empresa dinamarquesa sustentou que a marca Ozivy, de titularidade da EMS, violaria direitos de marca de seus produtos — Ozempic e Wegovy — e poderia gerar confusão nos consumidores. A Justiça concluiu que não estão presentes os requisitos para a concessão da liminar requerida pela Novo Nordisk. A decisão sustenta que o registro do Ozivy foi publicado em março deste ano pelo INPI e chancelado também pela Anvisa. E que a Novo Nordisk só distribuiu a ação após o início da comercialização do produto, em junho. Também foi descartado o argumento da confusão para pacientes, uma vez que os medicamentos à base de semaglutida dependem de prescrição, de modo que médicos e farmacêuticos — “profissionais com atenção técnica qualificada” — atuam como intermediários na escolha do produto, inviabilizando o risco de confusão pelos pacientes. Também nesta semana, a Justiça fluminense indeferiu pedidos de urgência apresentados pela Novo Nordisk numa ação que alegava concorrência desleal em relação à comercialização dos mesmos produtos. A farmacêutica dinamarquesa pretendia que a Justiça obrigasse a EMS, defendida pelo Bermudes Advogados, a parar de comercializar o Ozivy e a recolher do mercado as unidades já distribuídas às farmácias.
Dona do Ozempic sofre nova derrota em disputa judicial por nome de caneta nacional
Dona do Ozempic sofre nova derrota em disputa judicial por nome de caneta nacional







