Antes de me converter, aos 21 anos, eu tinha certeza de que todo pastor era ladrão e de que todo evangélico era extremamente ingênuo por entregar parte de seu suado dinheiro em um templo.
Assim como a maioria das pessoas, fui contaminada pelo mau testemunho de lideranças que desviavam dinheiro e agiam em desacordo com a Palavra.
"Quando a má administração toma conta, não é apenas o dinheiro que se perde, mas a credibilidade da igreja diante do mundo e, pior ainda, a confiança dos membros que a sustentam em fé e sacrifício", afirmam Rodrigo Bibo e Luiz Henrique no livro "Igreja Sob Medida" (Thomas Nelson Brasil).
Para Luiz Henrique, a transparência financeira não deveria ser um assunto delicado para a igreja, mas uma consequência natural do próprio evangelho.
"Aquilo que os irmãos entregam não pertence aos líderes, mas à missão de Deus confiada à igreja. A transparência também fortalece tanto a comunidade quanto o testemunho público da igreja, ainda mais num contexto marcado por desconfiança, devido a escândalos envolvendo dinheiro e abuso religioso", diz.







