Em reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, também cobrou “previsibilidade” sobre a reforma tributária Igor Calvet, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) — Foto: Bruno Carachesti O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Igor Calvet, afirmou que “terminou” a conversa com o governo sobre a ampliação da vigência da cota para automóveis importados que se aplica ao setor de carros elétricos e híbridos. Ele disse que o tema não será alvo de discussão judicial por parte da entidade. “Nós somos contrários à posição do governo. O governo tomou uma decisão que entendeu ser boa no momento. Nós não vamos judicializar essa questão, embora continuemos dizendo que é uma medida, no nosso entender, errada”, afirmou Calvet. Ele concedeu breve entrevista a jornalistas depois de ter reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan. O presidente da Anfavea afirmou que o ministro “reconheceu” que há um desequilíbrio no crescimento do mercado. Calvet disse estimar que a indústria automotiva atinja a venda de 3 milhões de veículos em 2026. “No primeiro semestre, nós tivemos um aumento de 18,5% em relação ao número do ano passado e isso vai fazer com que a gente atinja uma marca que, desde 2014, nós não tínhamos atingido”, declarou. Calvet demonstrou preocupação com a produção nacional de veículos, que tem crescido em ritmo menor do que os emplacamentos. “A produção do Brasil não está capturando todo o crescimento do mercado, que tem sido, em grande parte também, feito pelos importados”, disse. Sobre a reforma tributária, o presidente da Anfavea cobrou “previsibilidade” das medidas.
Anfavea diz que não vai judicializar prorrogação de cota para automóveis elétricos
Em reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, também cobrou “previsibilidade” sobre a reforma tributária








