Procissão com o corpo de Ali Khamenei foi seguida por multidões em cidades sagradas xiitas, enquanto Teerã busca restaurar seu eixo de resistência Multidão de fiéis se reúne em oração durante o cortejo fúnebre do aiatolá Ali Khamenei, dentro do Santuário do Imã Ali em Najaf, no Iraque, um dos locais mais sagrados para os muçulmanos xiitas — Foto: Anmar Khalil/AP Quando ainda era apenas um peregrino de 18 anos, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, assassinado em fevereiro, passou dois meses em 1957 viajando pelas cidades de Najaf e Kerbala, no Iraque, lar de alguns dos locais mais sagrados do islamismo xiita.
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