Escalada das tensões geopolíticas amplia preocupações com inflação, impulsiona taxas de juros globais e derruba bolsas Claudio Pires, da MAG: Fed está pronto para trazer a inflação à meta — Foto: Leo Pinheiro/Valor A disparada dos preços do petróleo reacendeu os temores de um choque de oferta global e voltou a pressionar os ativos financeiros na sessão de ontem. No momento mais crítico do dia, o Brent superou US$ 80 por barril em meio ao agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã, após o presidente americano, Donald Trump, dizer que o cessar-fogo entre os dois países havia acabado. Com o avanço da commodity, investidores voltaram a incorporar aos preços dos ativos temores relativos a um aumento da inflação, o que levou os juros globais a subir, enquanto as bolsas recuaram e o dólar ficou praticamente estável - movimentos que também se refletiram no mercado doméstico.
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