No Brasil, movimento foi mais intenso e resultou em salto relevante das taxas futuras, queda de 1,2% no Ibovespa e dólar a R$ 1,1315 Dreux, da Occam: piora externa afeta emergentes, mas fator doméstico alimenta mais prêmio na curva de juros local — Foto: Luciana Whitaker/Valor Os preços do petróleo dispararam ontem na esteira do novo bloqueio do Estreito de Ormuz e da onda de ataques no Oriente Médio. Como consequência, investidores voltaram a enxergar riscos inflacionários maiores, o que se refletiu em juros globais bem mais altos, e alimentou a aversão a risco. No Brasil, o movimento foi ainda mais intenso e resultou em um salto relevante das taxas futuras e uma queda de mais de 1% do Ibovespa.
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