As duas assembleias convocadas pela Oncoclínicas para debater um eventual plano de recuperação extrajudicial terminaram sem sequer atingirem o quórum mínimo para instalação.
Realizadas na terça-feira (6), as reuniões com debenturistas iriam discutir a reestruturação de R$ 1,5 bilhão distribuído em duas emissões de debêntures com vencimentos entre 2027 e 2029.
Ventilou-se ao longo da semana que a empresa protocolaria um pedido de recuperação extrajudicial até esta sexta-feira (10). Parte desse cronograma passava pela aprovação do plano de reestruturação dessas duas debêntures —o que não aconteceu.
Segundo as atas das duas reuniões divulgadas nesta quarta-feira (8), a assembleia com os debenturistas da 9ª emissão, emitida em 2022, recebeu quórum de 0,43% dos credores. Já na assembleia com os detentores da 11ª emissão, emitida em 2024, o quórum foi de 1,19%.
Ambas as reuniões foram convocadas em 13 de junho e ganharam repercussão geral justamente por terem entre as propostas a possibilidade de aprovação e adesão a um "eventual plano de recuperação extrajudicial".











