"Vai lavar uma louça!" O motivo da ordem a mim direcionada foi um vídeo que publiquei sobre a derrota sofrida pelo Brasil contra a Noruega no domingo (5). Nele, ouso afirmar que preferiria ter perdido de 2 a 0 do que ter visto as cenas patéticas protagonizadas por Neymar nos últimos minutos do jogo.
Por cenas patéticas me refiro à participação na confusão com os jogadores da Noruega que lhe rendeu um cartão amarelo, ao bate-boca com o goleiro adversário antes e depois de ter feito o gol (que não fez a menor diferença para o resultado do jogo), perdendo preciosos minutos que poderiam ter levado o Brasil ao empate, e ao esbarrão que deu em Odegaard, camisa 10, uma pirraça infantil de quem não sabe lidar com suas frustrações.
Por tudo isso que aconteceu durante aqueles 20 e poucos minutos em que Neymar esteve em campo e também por anos de cagadas em sua vida profissional e pessoal, ousei chamá-lo de mimado e egoísta e aqui acrescento, por minha conta e risco, também imaturo e mau-caráter.
A caixa de comentários logo se encheu de opiniões. Meu perfil e os assuntos que costumo abordar naturalmente atraem uma audiência predominantemente feminina e progressista, mas a menção a Neymar foi o suficiente para furar a bolha e atrair perfis bem diferentes daqueles com os quais estou acostumada a lidar.















