A AI Pathology, healthtech brasileira especializada em inteligência artificial aplicada à dermatologia, desenvolveu uma plataforma para triagem de lesões de pele que utiliza modelos de deep learning acelerados por tecnologias da NVIDIA. A solução analisa fotografias capturadas por smartphones para identificar casos com maior probabilidade de malignidade e auxiliar profissionais de saúde na priorização do atendimento.
Segundo a empresa, o sistema combina imagens clínicas com informações contextuais, como idade do paciente, localização da lesão e histórico médico, para gerar uma avaliação inicial antes da confirmação por exames especializados, como a dermatoscopia.
A plataforma utiliza redes neurais convolucionais (CNNs), arquitetura de inteligência artificial voltada para reconhecimento de padrões em imagens. Os modelos foram treinados para identificar características relacionadas à morfologia, textura, estrutura e coloração das lesões cutâneas, classificando o risco estimado de malignidade.
Para o treinamento e a execução desses modelos, a AI Pathology utiliza tecnologias da NVIDIA, como CUDA, cuDNN e TensorRT, além da integração com os frameworks NVIDIA Clara e MONAI, voltados para aplicações em saúde. De acordo com a empresa, essa infraestrutura permite acelerar tanto o treinamento quanto a inferência dos algoritmos e manter compatibilidade com padrões clínicos.







