Ministro falou que não há indicativo de compra de doses excedentes junto à Takeda, outro fornecedor de imunizantes ao SUS 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ministro da Saúde, Alexandre Padilha — Foto: Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 06/07/2026 - 12:03 Retomada da vacina da dengue do Butantan no PNI segue indefinida O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não há prazo definido para a retomada da vacina da dengue do Butantan no PNI, após suspensão devido a efeitos adversos. O ministério mantém a compra de 18 milhões de doses da vacina da Takeda, que requer duas doses, enquanto a do Butantan apenas uma. A avaliação segue regras regulatórias e envolve especialistas que analisam possíveis cenários. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O ministro da Saúde Alexandre Padilha diz que não há prazo definido para retomada do uso da vacina da dengue do Butantan no Programa Nacional de Imunizações (PNI). O imunizante teve o uso suspenso após efeitos adversos não relatados nos estudos serem observados em pacientes que receberam o antígeno pelo SUS. — Falamos diariamente com o Butantan e a Anvisa para ter o retorno o mais rápido possível da vacina — disse Padilha. — É preciso dar um tempo para que os especialistas possam dar a resposta. Na mesma agenda, Padilha disse que a pasta mantém a compra de 18 milhões de doses (para serem distribuídas ao longo de dois anos) com o laboratório Takeda. Não há, porém, mudança no cenário de compras desse imunizante. Diferente do Butantan, a vacina do laboratório japonês requer duas doses para a imunização completa. Com a vacina que teve desenvolvimento no Brasil é necessário apenas uma. Sobre o processo de avaliação da Butantan- DV, Padilha afirmou que o processo segue “regras regulatórias”. — Parte da avaliação é feita pelo Butantan, que devolverá (o material da análise) para a Anvisa. Interagindo com o Butantan, o Ministério da Saúde compôs um painel de especialistas para pensar cenários. Dependendo do que for resultado dessa investigação ela pode sinalizar alguma coisa, como por exemplo, restringir a vacina a um público ou uma região. Então esses especialistas estão analisando cenários possíveis. Enquanto Ministério da Saúde falamos diariamente com o Butantan e com a a Anvisa, para que a gente possa ter o mais rápido possível esse retorno — afirmou. Padilha esteve em São Paulo para um evento da Câmara Americana de Comercio (Amcham) focado em desenvolvimento da Saúde. Em sua fala de abertura, ele ressaltou a chegada de novos tratamentos de câncer ao SUS, e da boa aceitação da vacina de bronquiolite entre as gestantes (que passaram a receber as doses em dezembro do ano passado). — Já somos o maior programa mundial de vacinação para bronquiolite (com a vacina do VSR) — disse.