Para especialistas, fenômeno pode elevar necessidade de gasto público e frear queda do juro Amanda Schutze: “Modelos climáticos estão indicando probabilidade enorme de um El Niño forte no segundo semestre, e tem efeitos na economia” — Foto: Divulgação De intensidade e alcance ainda incertos, o El Niño entrou no radar do governo federal porque pode elevar os preços dos alimentos e da energia no segundo semestre, e pelos reflexos dos extremos climáticos que pode provocar: seca no Norte e no Nordeste, chuvas intensas no Sul e calor extremo no centro do país. Especialistas consideram que se trata de um choque macroeconômico que pode elevar a necessidade de gastos públicos e dificultar a redução da taxa de juros. Pode, também, haver impacto sobre o processo eleitoral, que coincide com o auge do fenômeno.

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