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Essa foi a dúvida que me levou a encontrar um dos meus maiores gargalos na minha evolução pessoal e profissional. Eu tinha a ideia de que quanto mais eu estudasse, melhores seriam os meus resultados. Estava parcialmente certo. O método que eu usava me fazia acumular muito conhecimento. Entretanto, eu não conseguia transformar isso em capacidade para resolver problemas reais, e isso me travou por anos.
Com o objetivo de me tornar um grande engenheiro de software, desde que tive contato com a primeira linha de código, eu passei a estudar por muitas horas sobre o tema. No começo, gastei diversas horas de estudo para aprender o básico de algumas linguagens de programação. Mas depois que direcionei minhas forças para uma única linguagem, evoluí o estudo para outros temas. Passei a ler e ouvir sobre OOP, código limpo, DDD, arquitetura, entre outros.
Seja através de blog posts, artigos, podcasts, vídeos, cursos ou livros, eu consumia constantemente conteúdo sobre programação. Por conta disso, sempre me considerei muito estudioso. Sempre estive em contato com as tecnologias e práticas mais discutidas, ou no “hype“, de cada momento.
Estar em constante descoberta de novos termos, tecnologias e práticas, me permitiu ser destaque nas minhas primeiras experiências profissionais. Eu tinha conhecimento da existência de diversas coisas que a maioria não tinha, mesmo que eu não tivesse experiência com a grande maior parte delas. Isso acabou reforçando o hábito que eu tinha de sempre buscar aprender sobre novas coisas, mesmo que não as colocasse em prática.















