Data será marcada pelo que a Casa Branca anunciou como a maior queima de fogos de artifício da história: 850 mil artefatos pirotécnicos serão disparados. Trump será a principal atração. Presidente dos EUA, Donald Trump, sai do palco após discursar em um comício para dar início à Grande Feira Estadual Americana, em comemoração ao 250º aniversário da independência dos EUA — Foto: Evan Vucci/ Reuters Há um quarto de milênio, os Estados Unidos foram o lugar onde os ideais do iluminismo europeu se materializaram. Na declaração de independência das 13 colônias, os ideais dos racionalistas, livres-pensadores e antimonarquistas da nova era se tornaram realidade. O poder emana do povo, disseram eles. Os governantes devem governar com o consentimento dos governados. “Consideramos essas verdades evidentes por si mesmas”, proclamaram. Eles estavam certos. Por isso o Reino Unido já tinha perdido a batalha pela alma dos EUA antes mesmo da troca dos primeiros disparos de canhão. Hoje, porém, poucas coisas parecem evidentes para os americanos, exceto o fato de que eles não conseguem chegar a um acordo sobre o que estão celebrando.
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FT: Inflação faz americanos pagarem mais para celebrar Dia da Independência












