Mercado avalia que a combinação de incertezas fiscais, comunicação do BC e estratégia do Tesouro pode exigir taxas mais altas no longo prazo Pedro Dreux, da Occam, passou a adotar posições tomadas em juros longos — Foto: Luciana Whitaker/Valor Ainda que haja alguma investida de membros do governo na tentativa de minimizar os riscos fiscais e a pressão sobre as taxas de juros nos mercados domésticos, agentes financeiros têm apontado para um aumento da desconfiança em torno das contas públicas para justificar posições mais pessimistas na renda fixa. As apostas em uma inclinação maior da curva de juros, ou seja, em um aumento da diferença entre as taxas longas e as mais curtas, ganharam força relevante e se mostraram ainda mais fortes com a dificuldade recente do Tesouro na gestão da dívida.

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