Embora a ameaça de novas tarifas dos EUA a produtos brasileiros explique parte da adição de prêmios de risco, a perspectiva para a política monetária do BC segue no foco dos agentes Os juros futuros de longo prazo encerraram o pregão desta terça-feira (2) em alta, ao passo que as taxas mais curtas ficaram praticamente estáveis, levando a uma inclinação da estrutura a termo da curva e encerrando uma longa sequência de sessões em que os juros de prazos curtos e intermediários operaram mais pressionados. Embora a ameaça de novas tarifas dos Estados Unidos a produtos brasileiros explique parte da adição de prêmios de risco, a perspectiva para a política monetária do Banco Central segue no foco dos agentes, que transferiram a pressão da ponta curta à ponta longa da curva após retirarem boa parte dos cortes da Selic que estavam precificados para este ano. Encerrados os negócios, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 oscilou de 14,175%, do ajuste da véspera, para 14,16%; a do DI de janeiro de 2028 anotou leve baixa de 14,045% a 14,035%; a do DI de janeiro de 2029 avançou de 13,98% para 14,015% e a do DI de janeiro de 2031 subiu de 13,96% a 14,035%. — Foto: RDNE/Pexels