PUBLICIDADE Levantamento avalia a qualidade da entrega dos serviços públicos a partir de 47 variáveis oficiais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Hospitais brasileiros são reconhecidos internacionalmente — Foto: Freepik RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 03/07/2026 - 19:31 Capitais brasileiras falham em superar média nacional em serviços de Saúde e Proteção Social Um estudo da Agenda Pública revela que nenhuma das 26 capitais brasileiras supera a média nacional na entrega de serviços de Saúde e Proteção Social. Florianópolis lidera a categoria Saúde, enquanto Palmas se destaca em Proteção Social. Curitiba é a capital com melhor desempenho geral, seguido de Florianópolis e Vitória. O levantamento enfatiza a disparidade entre riqueza econômica e qualidade dos serviços, com São Paulo, líder em PIB, ocupando o 4º lugar no ranking geral. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um levantamento divulgado nesta sexta-feira aponta que nenhuma das 26 capitais brasileiras supera a média dos municípios do país na prestação de serviços públicos das áreas da Saúde e Proteção Social. O estudo feito pela organização Agenda Pública não analisou o Distrito Federal. O levantamento avalia a qualidade da entrega dos serviços públicos a partir de 47 variáveis oficiais, distribuídas em oito dimensões: Educação, Saúde, Proteção Social, Meio Ambiente, Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico, Gestão e Mobilidade. Na categoria Saúde, o ranking é liderado por Florianópolis, Palmas, Teresina, Boa Vista e Vitória. As cinco piores capitais, por sua vez, foram: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belém, Maceió. Com os melhores resultados no quesito, Florianópolis marcou 0,625 — em uma escala que vai de 0 a 1 —, classificado como "médio-alto". A média nacional foi de 0,723. Para o levantamento, foram considerados indicadores como mortalidade prematura por doenças crônicas, cobertura vacinal, gastos per capita em saúde, taxa de mortalidade infantil, subnutrição e obesidade infantil. Na categoria Proteção Social, por sua vez, foram levados em consideração dados de proporção de pessoas em situação de pobreza, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) por mil habitantes e taxa de famílias com renda per capita de até meio salário mínimo com cadastro atualizado no Cadastro Único. A média nacional nesta categoria é de 0,702. A capital com os melhores números neste quesito é Palmas, seguido de Florianópolis, Curitiba, Campo Grande e Cuiabá. No final do ranking estão Belém, Fortaleza, Salvador e Recife. No ranking geral, que leva em conta todas categorias, Curitiba é a capital na faixa mais alta de qualidade, com nota 0,704. Na sequência aparecem Florianópolis, Vitória, São Paulo e Cuiabá. A maior parte das capitais ficou entre 0,500 e 0,688. A Agenda Pública destaca que a pesquisa "revela contrastes importantes entre riqueza econômica e qualidade dos serviços públicos". Apesar de liderar o país em PIB, São Paulo aparece em 4° lugar no ranking geral e tem a menor proporção de CRAS por 100 mil habitantes entre as capitais. Florianópolis, por outro lado, aparece em 2° lugar no ranking, apesar de ter uma economia menor que Curitiba e Porto Alegre. Outro destaque do estudo é o caso da Amazônia Legal. A análise das nove capitais da região, que inclui todos os estados do Norte, além do Mato Grosso e Maranhão, mostra que elas também estão abaixo da média nacional. Veja abaixo o ranking nacional das capitais: Média Brasil: 0,491Curitiba; 0,704Florianópolis; 0,688Vitória; 0,674São Paulo; 0,624Cuiabá; 0,571Palmas; 0,568Belo Horizonte; 0,565Porto Alegre; 0,561Aracaju; 0,548Goiânia; 0,548Rio de Janeiro; 0,542Teresina; 0,528Campo Grande; 0,514Manaus; 0,512Recife; 0,505Boa Vista; 0,500Fortaleza; 0,497Rio Branco; 0,490João Pessoa; 0,484Natal; 0,476São Luís; 0,463Salvador; 0,455Macapá; 0,437Maceió; 0,426Porto Velho; 0,407Belém; 0,392