Gaesp/MPRJ afirma que oficial enviou mensagens consideradas inadequadas entre o fim de 2024 e julho de 2025; Justiça Militar recebeu a denúncia e determinou medidas cautelares 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O Coronel Lauro Botto, do Corpo de Bombeiros — Foto: Reprodução/ Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 03/07/2026 - 09:37 Polícia Civil desmantela rota de tráfico de haxixe entre SP e RJ A Polícia Civil desmantelou uma rota criminosa que transportava cerca de uma tonelada de haxixe mensalmente de São Paulo para o Rio de Janeiro, abastecendo comunidades do Comando Vermelho (CV). A operação, realizada em conjunto com a PRF, identificou o uso de carros alugados para o transporte semanal de 200 kg da droga. O principal responsável pela logística no Rio foi preso, enquanto as investigações seguem para capturar outros envolvidos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública da Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou pelo crime de assédio sexual o coronel do Corpo de Bombeiros Lauro César Botto Maia. De acordo com a denúncia, os fatos ocorreram entre o fim de 2024 e julho de 2025, período em que o oficial teria enviado, por meio de rede social, mensagens com conteúdo considerado inadequado a uma subordinada, com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual. Segundo o Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Caesp/MPRJ), a denúncia cita mensagens enviadas pelo coronel, reações a publicações da vítima e referências à posição de comando ocupada pelo oficial. A denúncia foi recebida pela Justiça Militar nesta quarta-feira . "Ao longo do período mencionado, algumas das mensagens do denunciado passaram a ser feitas diretamente, inclusive tratando da vida pessoal da vítima, de forma insistente, inconveniente e constrangedora, sempre com sentidos ambíguos e, em pelo menos uma oportunidade, aludindo diretamente à sua condição de superior hierárquico", diz trecho da denúncia. A pedido do Gaesp/MPRJ, o Juízo determinou a suspensão do porte de arma de fogo do denunciado, medida apontada como necessária para prevenir eventuais situações de risco. Também foram impostas a proibição de contato com a vítima e as testemunhas, a proibição de ingresso no quartel do comando-geral do Corpo de Bombeiros e a proibição de fazer referências públicas às pessoas envolvidas no caso. Nas redes sociais, Lauro publicou na semana passada sua despedida do cargo: "Muito obrigado a todos pelas palavras, pelas orações, pela amizade e pela força. Sigo em frente, de cabeça erguida e consciência tranquila, apesar da tempestade. Tenho plena noção de onde vim, de onde estou e de onde quero chegar. Gratidão eterna aos inúmeros amigos que, como vocês aqui, têm coragem de se manifestar, enfrentar e lutar pelo justo", disse em publicação.
Coronel do Corpo de Bombeiros é denunciado por assédio sexual contra subordinada no Rio
Gaesp/MPRJ afirma que oficial enviou mensagens consideradas inadequadas entre o fim de 2024 e julho de 2025; Justiça Militar recebeu a denúncia e determinou medidas cautelares







