A decoração de interiores vive um momento de transformação. Depois de anos em que o minimalismo dominou projetos residenciais, cresce o interesse por espaços mais expressivos, afetivos e conectados à personalidade dos moradores. Em 2026, especialistas do setor apontam que as casas estão se tornando ambientes mais acolhedores e emocionalmente significativos, com maior valorização das cores, das texturas e dos objetos que contam histórias. Segundo análises de tendências para o design de interiores publicadas ao longo deste ano, a busca por ambientes que despertem sensações positivas tem influenciado tanto projetos profissionais quanto escolhas cotidianas de decoração.
Nesse contexto, uma expressão ganhou força nas redes sociais, nas plataformas de inspiração visual e no mercado de decoração: Dopamine Decor. A proposta parte da ideia de criar ambientes capazes de transmitir alegria, conforto e identificação pessoal por meio de cores vibrantes, estampas marcantes e objetos carregados de significado. Embora o nome faça referência à dopamina, neurotransmissor associado a sensações de prazer e motivação, especialistas ressaltam que a tendência não se baseia em efeitos biológicos diretos, mas na relação emocional que as pessoas estabelecem com os espaços onde vivem.








