Anastasia Berezovska, de 39 anos, teria se disfarçado de homem e posicionado artefato explosivo no prédio residencial em que estava Vadim Yermolaiev, empresário conhecido por investimentos na Crimeia 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Anastasiia Berezovska, suspeita de atentado à bomba em Mônaco — Foto: Lista Vermelha/Interpol RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 03/07/2026 - 07:51 Interpol Procura Mulher Disfarçada de Homem por Ataque em Mônaco Anastasia Berezovska, de 39 anos, é procurada pela Interpol por suspeita de atentado à bomba em Mônaco contra Vadim Yermolaiev, oligarca ucraniano pró-Rússia. Disfarçada de homem, ela teria detonado um explosivo no prédio onde ele estava. Yermolaiev, sua esposa e filho ficaram feridos. A operação complexa levanta questões sobre a segurança europeia e as tensões Ucrânia-Rússia. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Interpol emitiu um alerta vermelho contra uma mulher ucraniana de 39 anos, identificada pelas autoridades de Mônaco na quinta-feira como principal suspeita do atentado à bomba contra o oligarca ucraniano Vadim Yermolaiev — empresário conhecido por investimentos na Crimeia, sob sanção do governo de Kiev por vínculos com a Rússia. Uma operação em solo europeu mobiliza forças policiais de todo o continente nesta sexta-feira, enquanto as investigações do caso avançam e trazem novos detalhes — como o de que a suspeita teria se vestido de homem para realizar o atentado. O alerta da Interpol identifica a suspeita como Anastasiia Berezovska, de 39 anos, e a descreve como uma procurada em Mônaco por "tentativa de homicídio, detonação de um artefato explosivo em via pública com intenção criminosa e associação criminosa". A última residência conhecida da suspeita foi na Alemanha, embora os promotores monegascos tenham afirmado que ela fugiu para a França e, em seguida, para a Itália — em um carro alugado com placa alemã. Mais de 100 policiais e agentes de serviços de emergência foram mobilizados após uma explosão no saguão de um prédio residencial nas imediações da Place des Moulins, movimentado ponto perto do distrito de Monte Carlo, na noite de segunda-feira. Câmeras de segurança captaram um suspeito — de acordo com as autoridades, Anastasiia — no saguão do prédio residencial em que houve a explosão. À época, o ministro de Estado de Mônaco, Christophe Mirmand, disse à agência de notícias AFP que o artefato explosivo aparentemente continha parafusos e esferas metálicas, e que seria o primeiro ataque do tipo na História do principado. Pouco depois do ataque, a BFMTV divulgou uma fotografia da suspeita, que a mídia supôs, inicialmente, tratar-se de um homem em fuga, vestindo um suéter preto e calças claras, com o cabelo aparentemente escondido sob um chapéu preto. Equipe anti-bomba vasculha área em que artefato explosivo foi detonado na segunda-feira, em Monaco — Foto: Valery Hache/AFP Ficaram feridos no ataque um casal entre 50 e 60 anos — que fontes vieram a confirmar se tratar do oligarca Yermolaiev e sua esposa —, e um adolescente de 13 anos, filho do casal. Certa vez listado como um dos 40 homens mais ricos da Ucrânia, Yermolaiev é natural de Dnipro e tem a fortuna ligada à investimentos na Crimeia. Ele se naturalizou cipriota após renunciar à nacionalidade ucraniana em 2019, e está sujeito a sanções de Kiev desde dezembro de 2023, por força de uma decisão do Conselho Nacional de Segurança da Ucrânia promulgada pelo presidente Volodymyr Zelensky. Meios de comunicação ucraniano, como o Ukrainska Pravda, citam que Yermolaiev tinha relações com Moscou. Fontes ocidentais citaram que ele teria mantido seus negócios após a ocupação da Crimeia, em colaboração com os interesses russos. A hipótese de uma operação ucraniana encoberta em território europeu, porém, corresponderia a uma decisão arriscada, que poderia colocar os interesses de Kiev em rota de colisão com seu pilar de apoio mais firme em um momento em que a guerra no Leste do continente continua se arrastando. As autoridades do principado condenaram amplamente o incidente, com o príncipe Albert II classificando o caso como um "crime hediondo" e "um choque para toda a comunidade de Mônaco". (Com AFP)
Ucraniana é incluída na lista da Interpol como suspeita de atentado à bomba contra oligarca pró-Rússia em Mônaco
Anastasia Berezovska, de 39 anos, teria se disfarçado de homem e posicionado artefato explosivo no prédio residencial em que estava Vadim Yermolaiev, empresário conhecido por investimentos na Crimeia











