Especulações não confirmadas nas redes sociais dizem que ataque pode estar ligado à guerra na Ucrânia Mulher-bomba mata ao menos três pessoas e fere 21 em explosão em restaurante de Moscou — Foto: Sergei Vedyashkin/Moscow News Agency via AP Uma bomba caseira carregada por uma mulher matou pelo menos três pessoas e feriu 21 perto de um restaurante sofisticado no centro de Moscou, na noite de sábado, disseram as autoridades, em meio a especulações não confirmadas nas redes sociais de que o ataque poderia estar ligado à guerra na Ucrânia. A explosão ocorreu pouco antes das 20h, perto de um restaurante italiano localizado em um dos sete arranha-céus da era stalinista de Moscou, na Praça Kudrinskaya, informou a polícia. O Comitê Nacional Antiterrorismo da Rússia (NAK) disse que uma mulher não identificada, portando um artefato explosivo improvisado, tentou entrar no restaurante, mas foi impedida por um segurança. O NAK afirmou que a mulher, o segurança e um cliente do restaurante italiano Balzi Rossi morreram instantaneamente na explosão que se seguiu. A emissora REN TV citou uma fonte no domingo dizendo que duas pessoas que haviam sido levadas para o hospital morreram posteriormente devido aos ferimentos, elevando o número de mortos para cinco, embora não haja confirmação oficial. A REN TV disse que seis pessoas permaneciam em estado grave. Especulações sobre ligação com guerra da Ucrânia O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, ofereceu suas condolências às famílias das vítimas no domingo e afirmou que os responsáveis ​​serão punido” "Um brutal ataque terrorista foi realizado em Moscou ontem", disse ele em um comunicado. Policiais fortemente armados isolaram o local do ataque no sábado. As autoridades não divulgaram os nomes dos mortos ou feridos, nem de quaisquer suspeitos. Relatos não verificados nas redes sociais sugeriram que um alto comandante militar russo era o alvo pretendido, mas saiu ileso. Mais de quatro anos após o início de uma guerra em grande escala com a Ucrânia, a Rússia prometeu este ano maior proteção para oficiais militares de alta patente, após uma série de assassinatos e tentativas de homicídio, que atribuiu a Kiev. Blogueiros russos especializados em guerra, sem apresentar qualquer prova, rapidamente culparam a Ucrânia pelo ataque. Kiev não se pronunciou imediatamente. O jornal Kommersant sugeriu que a mulher que carregava a bomba talvez não soubesse de sua existência e que ela teria sido detonada remotamente por outra pessoa. O site do restaurante informou que o local estava fechado no sábado para um evento privado.