Foi sancionado pelo presidente Lula o Projeto de Lei 5.672/2025, que institui a transferência simbólica da capital do Brasil para Salvador, anualmente, no dia 2 de julho. A data marca o fim da Guerra de Independência, em 1823, na Bahia, com a retirada das tropas portuguesas que ocupavam Salvador desde fevereiro de 1822.
A lei indica que a transferência da capital "ocorrerá sem prejuízo das atividades essenciais em Brasília, limitando-se aos atos oficiais e simbólicos...", segundo a Agência Câmara de Notícias.
O ato espelha, em grau nacional, o que ocorre na Bahia, desde 2007, em relação ao 25 de junho, quando a capital estadual é transferida simbolicamente para Cachoeira, relembrando o início d Guerra de Independência do Brasil na Bahia, em 1822, meses antes do Grito do Ipiranga.
Os atos de transferência simbólica dão relevo a uma guerra que encerrou os planos portugueses de manter uma base territorial na América e reverter a ruptura em curso.
Em 2025, um projeto de lei enviado pelo presidente Lula ao Congresso gerou tímida reação no Brasil, mas grande repercussão na imprensa portuguesa. A iniciativa de reconhecer o dia 2 de julho como "Dia Nacional da Consolidação da Independência do Brasil" parece ter se chocado com a narrativa de que a Independência foi um acerto pacífico, resolvido como sucessão dinástica.










