Uma nova lei de "unidade étnica" entrou em vigor na China nesta quarta-feira (1°), apesar de críticas internacionais de que ela pode promover a "assimilação forçada" das minorias no país.
A Lei de Promoção da Unidade e do Progresso Étnico busca criar uma identidade nacional "compartilhada" e formaliza políticas para promover o mandarim como o chamado "idioma nacional comum".
O texto tipifica como crime a participação em "atividades terroristas violentas, atividades de separatismo étnico ou atividades de extremismo religioso".
A Anistia Internacional afirmou que a legislação "pressiona grupos étnicos como os uigures, tibetanos e mongóis a adotarem uma única identidade nacional definida pelo Estado e dominada pela cultura chinesa (da etnia majoritária) han".
China, terra do meio











