A floresta amazônica está alterando o seu funcionamento diante do aumento do calor e da escassez de água no solo. Essa é a principal conclusão de um estudo, publicado neste ano, que avaliou o sinal de transformação funcional do bioma.

Pesquisadores das universidades de Oxford, da Federal de Minas Gerais (UFMG) e do estado de Mato Grosso (Unemat) analisaram dados de satélite reunidos ao longo de 40 anos e combinaram com medições em campo, que indicaram um padrão consistente de mudança funcional na floresta.

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Segundo o estudo, a floresta apresentou mais mudanças nas regiões sul e leste —áreas que historicamente são mais castigadas pelo estresse climático, principalmente por intervenção humana e pela falta de chuvas.